
Justiça, sob o comando dos integrantes do Movimento Social Contra a Criminalidade (MSCC).
Na ocasião, deputados e os movimentos presentes apreciaram e votaram os decretos que previam a cassação dos deputados envolvidos no desvio dos R$300 milhões da ALE, a redução do duodécimo da Casa em R$23 milhões e aumento salarial dos servidores públicos, além do Plano de Cargos e Carreira dos servidores da ALE. Todos os projetos foram aprovados por unanimidade, e - conforme decreto - entrarão em vigor a partir da data de publicação. O clima na ALE é de satisfação pela 'tomada do poder'.
Mesmo sem sustentação jurídica, o presidente simbólico da Casa, Izaac Jackson afirmou que os documentos serão encaminhados ao governador do Estado, Teotonio Vilela Filho.
Durante a sessão, representantes indígenas, trabalhadores rurais, estudantes e sindicalistas lotaram o plenário e o pátio externo da ALE. Apesar de não terem sido formalmente convocados para o ato, os deputados suplentes Manoel Sant'Anna, Hélio Silva, Pastor João Carlos e Castelo, fizeram questão de comparecer e confirmar apoio aos Movimentos.
“A revolta do povo é grande e valiosa. Só o clamor do povo pode resolver os problemas da ALE. Como alagoanos, nós estamos abraçando a causa, porque não podemos ficar omissos. No ano passado, 2.600 vidas foram tiradas e faltou assistência a saúde, emprego e renda” afirmou o suplente Manoel Sant'Anna.
Após a sessão, uma nova manifestação ocorre em frente à Casa de Tavares Bastos e em seguida, os manifestantes deixam o prédio.